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quinta-feira, 29 de maio de 2014

Dica da Semana: Como escolher uma solução de ar condicionado para a sua habitação

O Verão está à porta e com ele vem o aumento de temperatura e a vontade de espaços climatizados que nos ofereçam conforto e bem-estar.
As habitações tendem a acumular o calor ao longo do dia e no final de um dia de trabalho muitas vezes regressa-se a espaços insuportáveis, onde as temperaturas são elevadas e o conforto térmico não existe.
As habitações antigas são um dos maiores males, devido essencialmente à elevada quantidade de pontes térmicas de absorção de temperatura e poucas soluções que optimizem o conforto térmico das habitações.
Um problema facilmente ultrapassável se o utilizador souber quais os equipamentos indicados a adquirir e as soluções a adoptar.
Antes de investir numa solução de ar condicionado, opte por implementar soluções passivas que podem melhorar consideravelmente a eficiência energética da habitação, tais como sombreamentos (recorrendo a vegetação exterior), melhoria do isolamento térmico ou colocação de palas de sombreamento nos vãos.
Este deve ser o primeiro passo a adoptar e para isso o melhor será consultar um

sexta-feira, 4 de abril de 2014

Dica da Semana: Considerações para a opção por construção metálica

Estruturas metálicas


Actualmente, a construção metálica é eleita pela rapidez de construção, associada a estética agradável, layouts personalizados e qualidade, principalmente em edifícios de grande porte, incluindo empresariais.
Mas antes de partir para este tipo de construção deve ter em mente que se trata de uma construção pré-fabricada e portanto com necessidade de respeitar todos os princípios inerentes à mesma, nomeadamente o correcto planeamento de todos os trabalhos, o correcto dimensionamento estrutural, a adaptabilidade das equipas de trabalho e muito mais.
Embora com folgas construtivas, a construção metálica é muito mais exigente. É necessário um acompanhamento e interligação constante da equipa de arquitectos, designers, engenheiros e construtores.
Existem essencialmente quatro pilares fundamentais que deve ter em conta

sexta-feira, 21 de março de 2014

Dica da semana: Como escolher um empreiteiro

A chave para o sucesso de qualquer obra, seja ela uma mega construção ou uma pequena remodelação está no ponto inicial e fulcral da escolha do Empreiteiro. Mesmo em tempos de crise, existe muita oferta de mercado no sector da construção, afinal é uma das profissões mais antigas e diversificadas quer pelas actividades a desenvolver quer pelas equipas recrutadas, que vão desde técnicos especializados a trabalhadores indiferenciados.
Enquanto estamos na fase de projecto temos possibilidade de alterar o mesmo sem grandes custos, até porque, para o fecho de qualquer grande projecto, existem diversas etapas para o cliente analisar e solicitar alterações, para posterior readaptação das soluções pelos projectistas, de modo a irem ao encontro do desejado. Mas na fase de construção, as alterações não são tão fáceis e envolvem custos adicionais, que sobrecarregam o orçamento do cliente.
Então a primeira fase de uma construção, passa pela escolha acertada do Empreiteiro, pois é ele a chave para o sucesso ou o fracasso da construção.
Um bom empreiteiro garante qualidade, prazos e satisfação do cliente. Jamais abandona a obra e claro não provoca transtornos.
Mas como escolher o Empreiteiro certo na grande oferta que existe? A Dica da Semana pretende responder a esta mesma pergunta.

Existem diversos pontos fulcrais a analisar nomeadamente:

Preço
Tenha bem presente que nem sempre o preço mais baixo é o mais vantajoso. Se o valor da obra mal cobre nem os materiais, como vai conseguir ter qualidade?
Faça uma consulta a tipos de material chave que deseja para o seu projecto, principalmente revestimentos e equipamentos, de modo a conseguir balizar minimamente os orçamentos que lhe apresentem e se efectivamente estão muito abaixo ou muito acima dos preços base dos materiais.
É óbvio que o preço final envolve toda a mão-de-obra, prazos e custos indirectos, mas terá sempre uma referência para discutir com o Empreiteiro.

Comunicação
Se na fase de orçamentos não consegue comunicar perfeitamente com o seu Empreiteiro, não o escolha, pois vai ter sérios problemas durante a obra!
Toda a obra é um fluxo vivo de informação, o cliente precisa de comunicar com o

quinta-feira, 13 de março de 2014

Dica da Semana: Considerações para a aplicação de pavimento flutuante

Com a chegada da Primavera muitos projectos saem da gaveta e esta é uma boa altura para fazer aquelas pequenas alterações que há tanto tempo se pensa.
Aqui fica mais uma dica de remodelação para a sua habitação, que pode aplicar em qualquer compartimento e dar-lhe uma nova vida.
Substituir aquela tijoleira que se escolheu há anos por um novo piso e ainda por cima com trabalho que pode ser executado unicamente por si.
Aqui ficam dicas para substituir o seu actual pavimento por um pavimento flutuante sem ter que demolir o revestimento existente.

Escolha os materiais
Pela constante procura do mercado, actualmente são muitos os fornecedores que disponibilizam piso flutuante em diversas tonalidades, texturas e propriedades físicas.
Por isso, a primeira acção passa por conhecer o mercado! Saber as tonalidades e texturas que existem e visualizá-las no espaço que pretende alterar. Visualizar se são compatíveis com a tonalidade das paredes, das caixilharias, e mesmo da decoração… as cadeiras, os aparadores, os blackout, etc.
Depois, muita atenção às suas propriedades físicas. Há materiais mais resistentes que outros. É necessário ter em conta essencialmente o seu material base de fabrico. Quanto a este aspecto, os pisos flutuantes podem ser laminados ou de madeira.  
Os pisos laminados podem ser fabricados por pressão directa (denominados DPL) ou por alta pressão (HPL). Os primeiros são constituídos apenas por 3 camadas enquanto que os segundos têm no mínimo 5 camadas e portanto são sempre mais fortes, resistentes e estáveis. Do meu ponto de vista, embora os HPL sejam mais dispendiosos compensam pela durabilidade e bom estado que apresentam mesmo

quinta-feira, 6 de março de 2014

Dica da Semana: Como pintar paredes interiores?

passos para a pintura de uma parede interior
Um passo tão simples que muda radicalmente um espaço físico.
A pintura de uma divisão interior pode mudar completamente o conceito, a decoração e dar uma nova vida ao espaço.
Uma alteração económica e com impacto, mas que muitas vezes, pelo receio de se efectuar, é adiada por tempo indeterminado. Ou por questões económicas associadas à ideia de contratar serviços, ou por questões rotineiras, o que é certo é que muitas vezes tudo se mantêm e os espaços vão perdendo vida!
Antes de mais, quero aqui deixar bem claro, que se pretende pintar o interior de uma moradia completa, recorra a profissionais, essencialmente porque se trata de um trabalho moroso e que necessita de muita disponibilidade.
Mas se pretende apenas mudar aquela divisão que precisa de ser renovada, porque não meter mãos à obra?
Ok, precisa de tempo e de planeamento. O primeiro terá de disponibilizar. O segundo, apenas tem de seguir os passos abaixo, para garantir um óptimo trabalho.

 Desenvolva uma visão
Disponibilize tempo para passear pelo imóvel e visualizar os espaços com outra tonalidade. Tenha em atenção: as cores claras trabalham em qualquer lugar mas as cores escuras necessitam de espaços com muita luz natural; as cores neutras combinam com qualquer decoração; as tintas muito brilhantes vão evidenciar qualquer defeito da parede.
O leque de tintas é elevado!! Existem tintas específicas para o  interior, existem tintas ardósia fantásticas para qualquer espaço, tintas com propriedades que as tornam mais ou menos amigas do ambiente. Informe-se junto de comerciais ou daquele amigo que está na área. Para ajudar, pode também ler o post “Dicas e Decoração - Tinta ardósia”, disponibilizado na lateral do blog, e Tintas Naturais.
Se for barra em software, experimente primeiro as tonalidades virtualmente e verifique se os contrastes vão ao encontro do que deseja. Existem inúmeros softwares e aplicações no mercado, tais como o ColorSmart, o Color Planner, e outras que pode usufruir a partir das grandes marcas como a Robbialac, a Cin, ….

Analise feedback
Partilhe as suas ideias com quem usufrui dos mesmos espaços. Podem ter outras sugestões interessantes, que poderá ter em conta para a decisão final da tonalidade e tipo de material a aplicar.

Analise os custos
Tire medidas das áreas que vai pintar e estime a quantidade de material que necessitará. Faça uma pequena análise e comparação de preços no mercado e verifique se a estimativa cai no orçamento que dispõe.
Tenha em atenção: o preço das tintas varia muito consoante as suas propriedades e