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terça-feira, 13 de janeiro de 2015

Relatórios... o quanto são importantes!



Com prazos apertados e orçamentos cada vez mais escassos, é fundamental o controlo de cada fase de um projecto.
São imprescindíveis relatórios precisos que permitam apresentar a toda a equipa e à gestão de uma empresa o ponto concreto em que se encontra o projecto, as tarefas já executadas, as tarefas em andamento e os resultados a curto e médio prazo.
Estes relatórios, semanais ou mensais, dependendo da complexidade do projecto, devem abordar de um modo geral a evolução do mesmo, definir datas parciais do caminho crítico do planeamento do projecto e,  não menos importante, sintetizar imprevistos que surgiram e que necessitam de decisões externas.
Ou seja, o relatório deve ser estruturado começando numa abordagem geral e focalizando-se em aspectos particulares que são determinantes para o seu sucesso. E se existem várias questões a serem resolvidas, as mesmas devem ser apresentadas da mais gravosa para a que apresenta menos impacto no planeamento e orçamento. É fundamental que o relatório estabeleça prazos para a obtenção de soluções aos imprevistos que tenham surgido, de modo a que o cumprimento das datas do caminho crítico do planeamento não fique em risco.

Mas será somente esta a chave? De que adianta um relatório detalhado se a equipa e a chefia de projecto vai ter breves minutos para o ler?

E é aqui que surge o desafio que determina se o relatório mensal/semanal que constantemente é realizado vai ter sucesso ou não. É necessário informação detalha sem dúvida, mas tem de ser RELEVANTE!!! 
O relatório deve ter um único foco:  qualquer elemento da equipa ou da chefia não vai dispensar mais de 10 minutos para se inteirar da evolução do projecto, ou seja do estado actual e dos imprevistos que tenham ocorrido.

Mas como conseguir?

Reduzir, reduzir, reduzir... tudo o que é superficial e efectivamente não acrescentará valor. Privilegiar tópicos em vez de parágrafos longos.
Encurtar todas as expressões e frases.
Utilizar gráficos que permitam genericamente analisar a evolução do projecto.

E depois praticar com o foco de: “O relatório tem de transparecer a evolução e os problemas actuais em 10 minutos de investimento!!!”.

quinta-feira, 29 de maio de 2014

Dica da Semana: Como escolher uma solução de ar condicionado para a sua habitação

O Verão está à porta e com ele vem o aumento de temperatura e a vontade de espaços climatizados que nos ofereçam conforto e bem-estar.
As habitações tendem a acumular o calor ao longo do dia e no final de um dia de trabalho muitas vezes regressa-se a espaços insuportáveis, onde as temperaturas são elevadas e o conforto térmico não existe.
As habitações antigas são um dos maiores males, devido essencialmente à elevada quantidade de pontes térmicas de absorção de temperatura e poucas soluções que optimizem o conforto térmico das habitações.
Um problema facilmente ultrapassável se o utilizador souber quais os equipamentos indicados a adquirir e as soluções a adoptar.
Antes de investir numa solução de ar condicionado, opte por implementar soluções passivas que podem melhorar consideravelmente a eficiência energética da habitação, tais como sombreamentos (recorrendo a vegetação exterior), melhoria do isolamento térmico ou colocação de palas de sombreamento nos vãos.
Este deve ser o primeiro passo a adoptar e para isso o melhor será consultar um

quinta-feira, 10 de abril de 2014

Marcação CE - como adquirir

A marcação CE é a garantia de qualidade de produtos, podendo os mesmos circular por toda a União Europeia, uma vez que garante que os produtos/materiais satisfazem os requisitos europeus em matéria de segurança, saúde ou de protecção do meio ambiente, com características e propriedades de acordo com o estabelecido na legislação vigente.
Existem diversos produtos/materiais de qualidade que muitas vezes não possuem marcação, pelo seu fabricante considerar que se trata de um processo moroso, dispendioso e desnecessário.
Actualmente nenhum produto/material é comercializado e muito menos entra numa obra sem a devida marcação e declaração de conformidade, essencialmente em obras fiscalizadas.
Por isso pensar na marcação CE antes de pensar em comercializar e em estratégias de marketing é sem dúvida o 1º passo para a garantia de vendas de um novo produto/material.

Aqui ficam seis passos básicos a ter em conta para se obter a marcação CE de qualquer produto/material:

1º - Identificar, consultar e analisar as normas e directivas aplicáveis ao produto/material que pretende comercializar
Actualmente existem directivas ao nível da União Europeia onde se encontram

sexta-feira, 21 de março de 2014

Dica da semana: Como escolher um empreiteiro

A chave para o sucesso de qualquer obra, seja ela uma mega construção ou uma pequena remodelação está no ponto inicial e fulcral da escolha do Empreiteiro. Mesmo em tempos de crise, existe muita oferta de mercado no sector da construção, afinal é uma das profissões mais antigas e diversificadas quer pelas actividades a desenvolver quer pelas equipas recrutadas, que vão desde técnicos especializados a trabalhadores indiferenciados.
Enquanto estamos na fase de projecto temos possibilidade de alterar o mesmo sem grandes custos, até porque, para o fecho de qualquer grande projecto, existem diversas etapas para o cliente analisar e solicitar alterações, para posterior readaptação das soluções pelos projectistas, de modo a irem ao encontro do desejado. Mas na fase de construção, as alterações não são tão fáceis e envolvem custos adicionais, que sobrecarregam o orçamento do cliente.
Então a primeira fase de uma construção, passa pela escolha acertada do Empreiteiro, pois é ele a chave para o sucesso ou o fracasso da construção.
Um bom empreiteiro garante qualidade, prazos e satisfação do cliente. Jamais abandona a obra e claro não provoca transtornos.
Mas como escolher o Empreiteiro certo na grande oferta que existe? A Dica da Semana pretende responder a esta mesma pergunta.

Existem diversos pontos fulcrais a analisar nomeadamente:

Preço
Tenha bem presente que nem sempre o preço mais baixo é o mais vantajoso. Se o valor da obra mal cobre nem os materiais, como vai conseguir ter qualidade?
Faça uma consulta a tipos de material chave que deseja para o seu projecto, principalmente revestimentos e equipamentos, de modo a conseguir balizar minimamente os orçamentos que lhe apresentem e se efectivamente estão muito abaixo ou muito acima dos preços base dos materiais.
É óbvio que o preço final envolve toda a mão-de-obra, prazos e custos indirectos, mas terá sempre uma referência para discutir com o Empreiteiro.

Comunicação
Se na fase de orçamentos não consegue comunicar perfeitamente com o seu Empreiteiro, não o escolha, pois vai ter sérios problemas durante a obra!
Toda a obra é um fluxo vivo de informação, o cliente precisa de comunicar com o

sexta-feira, 28 de fevereiro de 2014

Licenciamento de obras – alguns exemplos práticos

Hoje escrevo sobre um assunto, que embora bastante legislado, muitas vezes passa ao lado do comum cidadão, levando-o a cometer incongruências tendo em conta os requisitos legalmente exigidos.
Por vezes deparo-me com clientes que pretendem fazer obras e não têm noção da exigibilidade da legislação corrente e ficam muito admirados quando os informo de tudo o que precisam. Atenção que a maior parte das obras levadas a cabo têm exigências regulamentares e quando não cumpridas podem resultar em coimas avultadas para o comum dos cidadãos.
Hoje, apenas começamos pela primeira fase, que ainda muitas pessoas descartam: o licenciamento!
Actualmente quase todas as obras necessitam de licenciamento, ou seja submissão de um processo à Câmara Municipal para aprovação e só depois de aprovadas se podem iniciar.
O Decreto Lei 26/2010, de 30 de Março, especifica pormenorizadamente todas as intervenções sujeitas a licença.
A lista é grande e pormenorizada, adaptada para cada situação inclusive para obras em meios urbanos ou meios rurais.
No entanto quero deixar aqui referência ao tipo de intervenções que mais tenho verificado, sendo elas alterações, conservações ou construções em grandes centros

quarta-feira, 12 de fevereiro de 2014

A importância da Reabilitação de Estruturas de Betão

Vantagens da Reabilitação
















A reabilitação de estruturas de betão é a alternativa mais lógica à demolição dos edifícios degradados.
Com a utilização de técnicas e materiais adequados, é possível reabilitar as estruturas de betão, contribuindo assim para a promoção da construção sustentável, uma vez que permite poupar recursos naturais e energia.

Com a reabilitação promove-se a preservação do ambiente e a diminuição da poluição atmosférica.
A primeira fase de qualquer intervenção inicia-se com a avaliação do estado da estrutura, que permite definir o tipo, causas, nível e evolução da deterioração, assim como a avaliação da segurança da estrutura. Esta fase, executada por uma equipa especializada, contempla a análise do projecto inicial, bem como as técnicas de execução e as posteriores manutenções executadas, a análise visual da estrutura, a identificação visual de patologias e a inspecção detalhada recorrendo a ensaios não destrutivos.
As técnicas de reabilitação são classificadas em dois grandes grupos, dependendo do

quinta-feira, 6 de fevereiro de 2014

Reabilitação de fachadas – pintura

Uma pintura não é suficiente para reabilitar uma fachada, e muito menos garantir que o acabamento final, que naquele exacto momento está perfeito, dure mais que um ano.

Por vezes encontro Donos de Obra que me dizem “Vou Reabilitar este edifício, até lhe vou fazer uma pintura exterior”. Erro crasso. Se quer reabilitar, se vai investir, então tem de garantir que o investimento será rentável e durável.
Para isso é necessário conhecer os principais trabalhos fundamentais para a “pintura” de uma fachada.
Uma tinta de confiança e mão-de-obra especializada não é suficiente!! O tratamento de fachadas antigas tem de passar por diversas fases nomeadamente:

- Remoção de partes soltas
A primeira fase é garantir que todas as tintas soltas são removidas, de modo a evitar posteriormente problemas de aderência.

- Desinfecção e limpeza
Mesmo que não visível, fachadas com revestimentos danificados contêm fungos, provenientes da presença de humidade. Por isso o segundo passo e talvez o mais importante é a desinfecção e limpeza de toda a superfície da fachada. Existem inúmeros produtos desinfectantes e com base neutra, para não degradar o material existente, como por exemplo o Fungistop.

- Consolidação e impermeabilização
Depois de garantir que todos os fungos estão devidamente eliminados há que garantir a impermeabilização da fachada que será a base da pintura.
A consolidação e impermeabilização permitirá melhorar a resistência da fachada, de modo a garantir que a mesma volte a adquirir as características que foi perdendo ao longo do tempo, e podem ser utilizados diversos produtos, como por exemplo Deltafix.

- Reconstrução
Em muitos edifícios antigos, verifica-se a remoção de volumes pontuais na fachada por motivos de degradação. Nesta fase é necessário reconstruí-los. Com recurso a produtos de enchimento ricos em

terça-feira, 28 de janeiro de 2014

Isolamentos Térmicos

Os isolamentos térmicos são constituídos por material apropriado (celular, fibroso ou granular) com o principal objectivo de reduzir as trocas de calor entre dois espaços.
É, o material essencial, para garantir o conforto térmico das nossas habitações e espaços utilizados.
Existe no mercado uma grande variedade de isolamentos térmicos, e a sua escolha recai não só nas características técnicas do material, mas também na análise do local de aplicação e das melhores técnicas construtivas a aplicar.
Eles podem ser pré-fabricados ou executados “in situ” (moldados ou projectados), sendo que no primeiro caso a sua aplicação em obra é efectuada através de fixação ou colagem.
Os isolamentos térmicos pré-fabricados existem no mercado em forma de placas/painéis que podem ser revestidos nas faces; mantas térmicas que são materiais não rígidos e podem também possuir acabamento nas fases e blocos que têm a particularidade de possuir espessura igual às restantes dimensões.
Relativamente às matérias-primas utilizadas, os isolamentos térmicos podem ser celulares, fibrosos ou granulares. Os primeiros são caracterizados pela